quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Cotidiano.

" Todo dia ela faz tudo sempre igual, me sacode ás seis horas da manhã. Me sorri um sorriso pontual, e me beija com a boca de hortelã. Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar, e essas coisas que diz toda mulher. Diz que está me esperando pro jantar, e me beija com a boca de café.
 Todo dia eu só pensa em poder parar, meio dia eu só penso em dizer não, depois penso na vida pra levar, e me calo com a boca de feijão.
 Seis da tarde como era de se esperar, ela pega e me espera no portão. Diz que está muito louca pra beijar, e me beija com a boca de paixão. Toda noite ela diz pra eu não me afastar, meia noite ela jura eterno amor, e me aperta pra eu quase sufocar, e me morde com a boca de pavor.
 Todo dia ela faz tudo sempre igual ... "

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Essas coisas que dizem ..

Eu lembro que era um garoto chamativo. Me punindo tanto, por algo que eu achava ser tão mal fazer, como sonhar. Eu costumava rezar no canto do quarto, achando que o tempo é tão curto. Os contos foram ficando chatos, e a vida começou a bater na porta. Aliais, ela me intimou, jogando na cara essa verdade.
 Hoje, eu tenho a tarde e a noite pra mim. Eu ando pelas ruas. Eu troco pensamentos. Mudo um desejo de lugar. Eu sorrio, dou risada. Choro, entro em desespero. Eu canto, eu toco, eu componho. E ainda acho tempo para amar. Só me arrependo de não ser a última tarde e a última noite. Sim!. Porque ?
 A gente ama diferente quando se sabe que é a última. Beija como se fosse único e como se ela fosse a última. Não mede timidez, e faz o que não gostar como máquina. O céu se torna desenhos mágicos, e nosso olhos se enchem de lágrima. A gente se torna desde bêbado até príncipe no mesmo dia. A gente tropeça na música. Se sente livre como um pássaro, e atrapalha a contra mão.
 Prezada estrada, você anda quente, mas tem vezes que vai de mal a pior. Eu comecei a entender as coisas um pouco no tardar. Nada vazio, é realmente vazio. Nada sombrio, é tão vazio quanto quando a dor toma lugar da verdade.
 Um copo cheio de nada, de ar. O ar ocupa o lugar do vinho servido. Servido várias, e mais diversas vezes, para ocupar aquela dor. E essa dor ocupa a metade vazia, metade alegria. Cadê aquela magia, agora ? Eu perdia e achava graça.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sinto muito.

Você parece gostar de machucar, e sabe que o faz. Gostar de pensar de que de algum modo, é tudo em relação a mim, e não a você. Mas ambos sabemos que não é verdade. Gostar de ter, tentar se fazer de igual, sem que eu faça o mínimo esforço. Atua exatamente o que eu pensaria que faria, tão premeditado. Não sabe porque eu nunca agi ta maneira que você julgava como eu deveria. Realmente achou que eles fariam eu me submeter a me 'comportar'. O que estava pensando ? Porque eu não esqueço!. Não esqueço de um mínimo detalhe.
 Eu não vou desistir. Foda-se a pressão, não vou entregar os pontos, te tenho em minha sombra. Parece que vendeu a alma para isso, mas não vou deixar ganhar. Eu te irritei, e gosto disso. Diz que digo coisas demais, e que ninguém se importa. Sempre tem todas as respostas, sabe de tudo. Mas ninguém perguntou nem uma droga de coisa. Deixa esse mistério pra mim.
 Agora ? Pode fechar os olhos, e tudo estará bem. Eu ainda vou cumprir minhas promessa de te dar o troco, como da primeira vez. Pode continuar contando suas histórias, confundindo os ouvidos gelados, fachada barata, fútil demais para de alguma forma se encaixar. Acho que a verdade, é que a verdade dói. Pode continuar a usufruir dela, a seu bem prazer. Ninguém ousou dizer, que as minhas verdades são suas mentiras. Então, cala a boca e diga de uma vez.
 Eu sinto muito. Por você, não por mim. Eu escolhi machucar os que amo, e você foi os soltando um a um. Ou será que eu escolhi em que acreditar, enquanto alguém sentir pena por você ? Histórias podem ser distorcidas. Por você, não por mim.
 De uma forma bonita, poderia dizer que foi uma barganha do verão passado. Eu pensava que tinha tudo, e quem levei a queda. Você não precisou fazer nada, e teve tudo em troca. Qualquer desculpa basta. Mas se tem alguma coisa que posso ganhar disso tudo, é o conhecimento. Sim, você me da conhecimento, afinal, achava que já tinha ouvido tudo nessa vida. Sempre me disseram para procurar algum lugar dentro de mim, que me fizesse acalmar. Mas eu não quero tentar agora, porque conhecendo como conheço, não vai mudar porra nenhuma. Houve um tempo, que eu não sabia, mas aprendi. O demônio odeia perdedores. E no inferno, é difícil saber em que nós devemos confiar.
 Você diz demais. E diz que eu faço isso também. Só tem uma diferença. Eu realmente me importo. É mais difícil conviver com as suas verdades sobre você, ou com as mentiras sobre mim ?

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Espero que tenha adivinhado.

Por favor, deixe-me apresentar. Não preciso dizer, que sou um homem de bom gostos, e riquezas. Mas foi um longo ano, para nós dois, não acha ? Estive por tantos lugares. Estive nos arredores quando Cristo, teve seu único momento de dúvida e dor. Confesso que fiz questão de Pilatos lavar as mãos, e selar o destino de vocês. Claro que, eu só sou da vanguarda. Sento na platéia, no lugar onde der, para ver o espetáculo. É como ser a mão por debaixo da Monalisa. Pense comigo, ou melhor, irei dar algumas dicas sobre.
 Ele deu instinto aos homens. Um dom extraordinário. E para quê ? Mas criou regras opostas, do tipo: Olhe, mas não toque. Toque mas não prove. Prove mas não engula. Mas, se é tão bom, nunca será de graça. Enquanto você fica pulando de um pé para o outro, tentando se adequar a tudo isso, Ele ri. Sádico, não ? Eu achava que as minhas piadas é que eram ruins.
 Mas claro, que tudo isso faz parte do plano. Quando tudo faz parte do plano, nada é devastador. Mesmo que todos saibam que irão morrer por uma fútil causa e acaso mal feito pelo destino, está tudo bem, pois é parte do plano. O que eu faço ? Eu quebro esse plano. Eu só demonstro que um pouco de Anarquia da parte de vocês, gera caos. Logo, medo. O que fascina, é a natureza do jogo.
 Eu passei por São Petersburgo quando achei de um tal charme, uma mudança notável. Matei o Czar, e todos os ministros, e Anastasia, gritou em vão. Usei da patente de general, e comandei tanques., e o relâmpago estourou.
 Assisti com tanta alegria, ver seus Reis e Rainhas, lutarem por décadas e mais décadas, por deuses feitos por ele próprios. Ainda se perguntam quem matou os Kennedy ? No final, sempre será eu e você. Ter tantas posses e bom gosto, me obrigou a contar um pouco, deixando armadilhas no meio do caminho. Isso da deixa a um pouco de conflito em você, não é mesmo ? Talvez comece a levar as coisas mais a sério agora. Mas eu sou só um agente. Como um cachorro perseguindo carros. Não saberia o que fazer com um, se o conseguisse. Aliais, realmente acha, que um cara como eu, tem um plano ?
 É tudo muito relativo, como a gravidade e a loucura. Só precisa de um pequeno empurrão. Por isso tão divertido. Policias são criminosos, santos são pecadores. A coroa da moeda, pode ser cara. Pode me chamar de Lúcifer, para ter alguma definição. Quando me conhecer, tenha alguma simpatia, cortesia e bom gosto. Use e abuse da sua política bem aprendida, ou jogarei sua alma no lixo. É o único modo razoável de viver nesse mundo. Sem regras. Divirta-se.

domingo, 7 de agosto de 2011

Eu quero aquela garota.

“ Eu quero a garota, aquela.
   Para chamar só de minha,
   Afinal, me apaixonei pela pequena rainha.
  Eu quero aquele olhar e sorriso, só dela.

  Eu gosto do novo, sem ela saber,
  como qualquer conto e dança,
  em que o sozinho se sente arder,
  durante o balançar das suas crianças.
   
  Ela não precisa de vestido,
 Nem de brincos e sorrisos.
 E ao longo do caminho que havia partido,
 Meus planos e sonhos ? Eu os improviso.

  E desde tão, as tardes se passam ancoradas,
  Cheias de doses, fotografias e melodia,
  Minhas fantasias e mente enlaçadas,
  Por aquela garota, sem certa malícia. 
 Quero que ela se apaixonei pelo antigo,
  Talvez nem saiba, que li sobre ela pela manhã.
  Vou fingir que não entendi, assim que esteja comigo.
  Eu possa dizer a todos do mundo, mergulhado em meu divã. “

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Life after death.

Segunda feira, dia 25 de Julho, de 2011. - Meu inferno particular.
Boa noite. É o que dizem, não é ? Quando se tem a quem dizer. Família, amigos, uma multidão qualquer. Não estão igual uma pessoa louca coagulando com uma garrafa na mão, em um quarto escuro, escutando melodias decadência, vendo seu espírito recuar. Definitivamente não. Parei de falar com as pessoas, para que estragar a noite delas também ?
 Dessa vez, tenho várias razões. Estou escrevendo isso, porque não tenho mais com quem falar. Dois, eu posso me lembrar no que pensei hoje. E três, se eu morrer, pelo menos deixo algo bem poético e apelativo. Agora sou só eu e você, meu 'diário', vamos relevar algumas porras.
 Ninguém entenderia as merdas que estão ocorrendo em minha cabeça, parece estar assombrada. Agora que tudo parece mais lento, tudo se assemelha a uma peça doentia de qualquer esquina. Acho que a alguns minutos eu poderia ter matado alguém, ou melhor ainda, eu mesmo.
 Mas não quero esperar minha sorte dar ao luxo de mudar. Tudo fica alto, e depois lento. Tudo se distorce. Não preciso mentir, mas sabe que é exatamente o que eu vou fazer aqui. Se olhar de forma, de alguma forma deve parecer algo romântico, o melhor que posso fazer. Quando experimenta o excesso, todo resto tem gosto nulo. Eu tenho tudo a perder, mas estou vivendo como se estivesse prestes a amor, no limite.
 Eu comecei, evaporando minhas mágoas diante dos olhos. E eu continuei, tentando tirar meus demônios. Sinto falta de hoje, de ontem, do passado, das pontas dos meus dedos, que parecem ter entrado em colapso.
 Como é tudo azul, rachado no céu, e em meu peito. Me apaixonei por todas as coisas, que deveria resistir. E todas vezes, que me disseram que cair tão alto, era destino, um simples pensamento me vem á tona. O que posso dizer ? Olhar nos olhos dos seus demônios, é pura toxina. Dando risada, quando todos em volta devem estar chorando. Mas sabe ? Estou orgulhoso. Não dei um passo para trás. Isso leva uma bela constituição que poucas pessoas têm. Eu estou sentindo que o meu sonho, é sujo. A vida fica suja, com Sexo, Drogas e Rock N' Roll. Mas tudo vai ficar bem, se eu conseguir correr dos meus vícios, e dar sentido a isso.
 O Amor. O meu Amor. Primeiro dia sem ele, parece ser anormal, mas nada que algumas coisas não distraiam, não sou assim fraco. Segundo dia, sinto como se fosse uma droga, arruína a vida dos outros. Dia três, segunda dose. Parece ser tão doce, mas você acorda como um monstro. Parece que meu corpo está quebrando em pedaços. Frágil é um apelido, para o que estou sentindo. Sexto dia. A melodia vai correndo pela garganta, e a dor de cabeça aumenta. Terapia de choque. Dia sete, nada que alguns copos e calmantes não ajustem. Dia oito. Volto em minha consciência, e todos parecem dizer que estou melhor, mas me sinto insano. Não quero amar de novo, estou limpo. Esses parasitas que puxam as memórias, estão começando a retardar. E agora, parece incrível eu estar vivo.
 É um cenário muito irônico. As chances nos dão um jeito bem político e delicado de dizer que nosso tempo acabou. Bem, eu não sei, mas tem gente que se preocupa em me salvar. Voz doce.
 Não consigo sentir nada, mas meus braços e aquecem. E espero que tenham notado, as entrelinhas que deixei em branco. Tudo que achara lá, são sinos e borboletas. Sorriso do prenuncio.
  O cheiro de rosas que vem do jardim é bom. Os amores que se vão, parecer estar satisfeitos. Tudo sempre aos meus pés, amigos e amantes. Um por um, me cercam, e fecho os olhos. Sem arrependimentos e remorso pelo que vi e falei. É preciso viver no limite, quando não estiver mais, abra as portas.
 É hora de dizer adeus, meus amigos. Fiz as pazes com o sofrimento, e vou para o inferno com ele. É hora de dizer, adeus meu amor. Minha memórias queimam em pensamento, e minhas mensagens se desfazem em desejo. Parece estar no final de um só começo. Desventura.
 Porque eu tenho a sensação de estar descendo com um carro, a milhas em uma rua sem saída, abraçando a morte ? Isso é algo que irei pensar. Parte de mim, acha que é só um plano, para ver como o comportamento humano é frágil. Transformei meu mecanismo de defesa, na própria auto arma de destruição. Mas sabe eu sou, não ? Acho que tudo é em relação a mim.

domingo, 31 de julho de 2011

. Sem Entender .


“ Sem nenhum tempo, todas as manhãs,
Acordo, sem ter as possibilidades que se fizeram de irmãs.
Gosto amargo, belo e sincero.
É o que disseram quando corri até seus braços, e mais uma vez cheio de exagero.

Nunca tive medo do novo, mas não me faça esquecer.
Deixa eu esconder o que eu prometi, afinal, o que se tem a perder ?
Sempre há algo a ganhar. Nunca mesclamos nosso tempo sagrado,
Com nossa falta de dizer, e a conformidade do futuro mal pensado.

Feche os olhos, e sinta o tom do meu abraço,
E me diga, repita, reclame do nosso laço.
Não apague a luz no final para se fingir de maduro,
De tal pouca forma, que se pode dizer que isso não é escuro.

Criamos nosso próprio medo,
E agora, o nosso próprio enredo,
Fechou as cortinas para o último ato,
Sem ensaio, de ninguém de fato.

Nossas promessas foram a leilão,
Tão rápido quanto a bela ilusão,
Crua e nua que nos fez sorrir,
Antes mesmo de saber o que é sentir.

Tão jovem e crescente essa esperança,
Quanto viciante e notável uma mudança.
Uma vez, de brincadeira. Pura e antiga,
Se tornou o que a luxúria nos castiga.

Estátuas de papel machê,
Dormindo sobre o vento do clichê,
Sem o colo depois do pesadelo,
Sem amanhã para pintar o mundo de amarelo.

Você não entende os ideias dos seus velhos,
Mas também não entende porque eles ainda dizem em conselhos,
Que é um absurdo viver assim, por pensamentos,
Ás vezes criança, sem causa, cheia de sentimentos. “

sábado, 16 de julho de 2011

Pequeno segredo.

O inferno se foi, e aqui estamos, no dito paraíso. Não há mais nada a temer. Se componha e grite, bem alto. Tudo que vemos, é uma esfinge em chamas, ou por se dizer assim, uma simples rocha de empatia, minha querida. A vida é curta demais, para se agarrar um álibi que tenha noção do que realmente é mentir. Entre o certo e o errado, rebole e cante uma música diferente, o fogo está aceso, então não demore.
 Você me fascina com suas frases e fases loucas. Me procure nas velhas páginas amarelas, e eu com certeza serei seu Cristo. Estourar a pupila e adormecer, é o que manda o cheiro agridoce do orvalho junto a grama molhada.
 Mesmo com sua cabeça quente, você aprendeu meus hábitos. Nova e antiguada geração. Cansado dos mesmo ditados e vereditos, não quero terminar como seu papai e mamãe.
 Aquele pode até ser bom lá fora, mas quem manda nessa noite, sou eu. O sentimento cresce, e você se eleva, antes de sentir o que é baixo.
 Realmente tentaram e morreram por mim. Quando a luz ofuscou meu olhar, enxerguei minha trajetória, toda minha. Uma linha de energia, apaixonado por uma divindade, rezando pelo êxtase. Tudo muito estranho e contagioso os corpos, a química.
 Eu fico embriagado, e ela mais ainda. Ela acena que não está com nenhum homem. Posso estimular ? É fácil conseguir tudo. Dote natural. Minha Babilônia está de volta a função, posso testemunhar ? Dou uma risada conveniente se não agrado os bastidores, depois de satisfazer as multidões. Não quero ser sórdido. Só não me provoque, afinal, não tenho plano familiar nenhum.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Escolhas.

E lá estava ele, dançando, com seus sapatos velhos. Seus cabelos grisalhos já encontraram os novos fios. A camisa alinhada, porém esfarrapada, as calças largas. Ele fazia daqueles sapatos, sua vida. Velhos, porém perfeitos para saltar. Tão alto, que nem precisaria tocar levemente o chão na volta.
 Ele não gostava de ser chamar de senhor. Mr. Manson, eles imploravam, para ele voltar e dançar. Volte e dance, por favor, dance.
 Ele se sentada e conversava com Deus, dizendo sobre seus 15 anos de trabalho, junto com seu cachorro fiel. Disse em lágrimas, que no 16º ano, o cachorro também saltou, tão alto, que não voltou. Começou a andar de um lado para o outro, sem nenhum respeito, dizendo sobre a mulher que tinha. Essa, teve medo de pular com ele, mesmo segurando em sua mão. E depois de 20 anos, ele ainda estava triste.
Deus riu de suas histórias, e até se indagou porque ele continuava a dançar. Ele respondeu que dança em cada possibilidade do Sul, só para suas bebidas e suas manias. E a maioria do tempo, gasta observando a mulher, que vai a cada dança.
 Ele tem dinheiro que possa fazer dele uma lenda. Mas prefere gastas em manias, bares, e olhares. Ele já teve direito a tudo que era seu, e foi embora. Mas nunca deixou de fazer o que gostou.
 O dia que ele descer do palco, e ela se levantar e disser: " Senhor, volte e dance. Por favor, dance. ". Quem sabe, ele não vai voltar, e os 20 anos, se tornaram uma mera garrafa.

domingo, 10 de julho de 2011

Ironia do Amor.

Venha e segure minha mão. Eu quero contatar os vivos. Não sei bem se entendi, o papel que me foi dado. Sentei e conversei com Deus, e ele riu dos meus planos. Minha mente sussurra uma linguagem, que eu não consigo entender.
 Eu não quero morrer. Mas não estou curtindo esse viver. Antes que eu me apaixone mais uma vez pelas palavras e gestos dela, eu vou preparar minhas malas e ir embora. A sua pele, me fascina de tal modo, que tenho medo de mim mesmo. Talvez seja por isso que eu continuo correndo. E antes que eu chegue, já sinto meu reflexo, voltando.
 Só queria sentir o amor verdadeiro. O meu lar. Ela. Pois tenho um buraco em minha alma. Pode ver pelos traços em meu rosto, que é um lugar muito grande. Pois tenho vida demais, correndo pelas minhas veias, alimentando o desperdício. Preciso sentir, me arriscar, porque isso não me satisfaz, nem um pouco.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Amor.

E aqui estou, mais uma vez. Eu penso como seria, se depois de anos nos encontrássemos.
 Eu e você, como eramos antes. Secando garrafas de vinho, matando o tempo. Brincando de desvendar os mistérios da vida. E como vai a vida ? Deve ser bom te ver sorrir depois de tanto tempo. Eu imagino você pegar sua chave, procurando algum motivo para não ir embora.
 Se não há nada a dizer, só respíre. Não há lugar nem hora que não deveria fazer disso, uma boa memória.
 Lembranças ruins e boas, e írimos rir dos nossos cabelos. O telefone iria tocar, mas eu não vou atender.
 Se quiser ir agora, eu entenderei. Se ficar, eu abro minha caixinha de sonhos, de boas memórias. Pode roubar qualquer momento meu. Cante uma melodia para mim, que eu escrevo algumas linhas juntos.
 Não podemos defender algo está fadado a distância ? Como se o mundo fosse cheio de anjos.
 Segure minha mão, eu conheço nós dois. Eu prometo deixar uma luz acesa. Mas não vou fingir que o por do sol salva nosso dia. Vire, e olhe a história puxando seu corpo. Foram dois caminhos solitários, que se chocaram, em uma grande avenida. Posso ter chegado por engano lá, mas eu aguentaria o tranco mais uma vez, e de novo, e de novo. Ser sua água quando precisar levantar a cabeça, e seu vinho quando precisar relaxar. Posso prometer o amanhã, mas não consigo ainda comprar o ontem mal resolvido. Todos nós queremos mais algo que isso ..
 Algo a mais para fazer a vida fazer sentido, e dar sentido ao sentido, não é ? Pode-se viver na rua, ou rodear o mundo inteiro. Na realidade, não precisamos de droga nenhuma. Só me responde, o que você tem se não amor ? Não sabe para onde seu lar foi. Quer desistir mas sabe que vale a pena lutar pelo doce sonho.
 Ás vezes, temos medo de perder quem amamos, alguém nos precisa dizer que isso não é real. Deixei de ser sonhador faz tempo, mas ainda acredito na esperança, mudanças, e em mim mesmo. Sempre vão obrigar você falar sobre. Cantar músicas sobre. Duvidar sobre. Descobrir sobre. Viver com esse tal de amor.

Uma vida.

Eu não entendo porque apaixonados brigam consigo mesmos. Na realidade, eu não entendo porque brigam. Não tem lógica, não tem razão nem lei maior que dê suporte a isso. Vocês têm a certeza, de que as pessoas estão lá. Com ou sem você. Elas dão tudo, e você pedem mais. E ficam esperando por algo com ou sem essa pessoa. Mas não sabem viver com essa dúvida. E então você se pôe a guerra. Mais uma vez. De novo, e de novo.
 E quando nossas mãos estão atadas ? Parece ser tão superficial quando há algo assim. Tudo fica melhor, quando se tem alguém a culpar. Tudo fica mais fácil. Um amor, uma vida. É o que preciso, não é ? Mas o amor, é preciso compartilhar. Senão ele vai embora, se não cuidar dele.
 Decepcionante ? Um gosto amargo na boca ? Agimos como se nunca amávamos, e como se não aprendemos com isso. Sempre é tarde demais, para trazer o passado á tona. Mas vamos ao perdão, só para aproveitar o dia. Damos uma de Jesus, para os leprosos em nossos pensamentos.
 Pedi demais ? Talvez mais do que podia. Não me deu nada, e agora é tudo que eu tenho. Somos um sim, mas nãos os mesmos, e faremos assim mais uma vez.
 Ela disse que o Amor é um templo, uma lei amor. Me pede para entrar, e depois me faz rastejar. E nós aguentamos, mesmo que sendo tudo se resumindo a dor.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Fé.

Meu epitáfio popular, e meu inferno particular. Diria a minha mãe, que sofri demais com meu rancor, e agora percebi que há guerras que não podem ser vencidas. A meu pai, que pode soltar as crianças, que seu tempo já se passou. Acreditem, que baixei minhas armas. Quebrado como uma flecha, pela primeira e última, peço que perdoem esse filho teimoso.
 Meu amor. Me diga, que quando eu te seguro, você se sente segura e quente. Você me disse que está tudo perdoado, mas ainda se esconde no seu orgulho. É difícil ficar forte, quando ninguém mais quer sonhar. É difícil aguentar o tranco, com tantos rostos.
 Todo mundo precisa de alguém para amar. Acreditem. Eu tenho andado nas sombras dos passos dessa sociedade. Não gosto do que vejo, queria ser cego ás vezes. Eu espero a chuva cair, para todos lavaram as mãos, e eu poder chorar. É preciso manter a fé, com toda sua graça. O tipo de coisa que não se tem como controlar, mas ainda assim, é difícil aguentar, com o mundo inteiro diante de seus olhos.

terça-feira, 14 de junho de 2011

. Quanto mais se muda, mais se permanece .

      “ Não sei se foi só eu quem reparei,
Mas o novo amanhã é que se passou,
O ontem se repete na realidade em que se calou,
E a rotina, faz com a palavra de todos os dias seja 'passei'.

É a mesma droga de letra de amor,
Somente com uma diferente melodia,
Olhe a nossa volta, são fatos em demasia,
Círculos sem tempo, e páginas velhas do mesmo escritor.

A mesma história, contada várias vezes. Ainda somos eu e você,
Sem querer causar dúvidas, mas é hora de escorregar,
Quanto mais mudamos, mais permanece, assim fácil de simpatizar,
Eu provo que nossas horas estão em desalinho, tudo tão clichê. “

. O que se tem .

     Todo mundo quer algo a mais,
Só mais um pouquinho, para viver em função.
Afinal, não é necessário de nada quando se tem uma razão,
Você pode rodar o mundo inteiro, que não conseguirá nada além de demais.

Sonho agridoce. Medo de perder alguém,
Ás vezes precisamos que um nos diga a verdade,
Sou sonhador, e ainda acredito na esperança, e na mudança também.
Mas se não tiver amor, eu me igualo, ao placar da rivalidade.

E eu não quero ter que falar sobre ela,
Não quero cantar músicas sobre,
Mas é difícil ter que viver sem rastros dela,
Até alguém duvidar de tudo que o tempo se dobre.

Na estrada, procurando o caminho de casa,
Abraçar na noite mais calorenta,
O caminho da asa rasa,
Sem olhar para trás, junto a ela, desatenta. “

domingo, 12 de junho de 2011

.

      “ Eu tento me defender,
  dizendo que as tais promessas,
  abdicaram o trono do tal lutador.
  Uma nota se quer, que me possa entreter,
  Quanto o passar pelos teus cabelos na pressa,
  e as memórias boas que eu insisto em impor.

 Eu ouvi palavras familiares,
 e por um instante desejei ser ele,
 sem orgulho nenhum de dizer isso.
 Sem sorte, peguei a chuva dos novos ares,
 Deslizando sobre os lábios de outra que queria que fosse dele,
 Desejando suprir tudo em algumas horas, o que construi alem disso.

Até o céu que eu fantasiei queimar,
As frases feitas não rimarem o que eu digo,
Não irei culpar o tempo e sua mania.
Darei um novo tiro para te acertar,
Quem sabe um suspiro do antigo,
Hoje, sempre e mais um dia. “

quinta-feira, 2 de junho de 2011

- Hoje em dia.

Está frio. Meio dramático, mas é difícil ver o final do verão nos teus olhos. Chega a ser engraçado, como eu nunca aprendo a cair. Sempre estou de joelhos na sua frente, pensando que estou de pé. Eu realmente pensei que eu e você poderíamos nos dar ao luxo de passar pelo teste do tempo, como se tivéssemos escapado do crime perfeito. Mas tudo não passou de uma lenda, na minha mente. Me clareie, se estou errado, em dizer que somos dois renegados, em coisas que nunca mudam. Insisto em dizer, para mim mesmo, que não tem nada haver com amor.
 Sempre tem um velho em algum canto, cantarolando canções antigas sobre a passagem do tempo. Corri rápido demais para longe da chuva, com minha mala cheia de sonhos. Parei no primeiro hotel, tentando me encontrar. Me decepcionei, que percebi que me deixei nos últimos. Agora, as estrelas me parecem fora do alcance. Há mentiras nas ruas, e nada sobrou, nem minha inspiração, muito menos minha idade.
 Eu tentei aprender a voar. Me disseram que eu era louco, mas respondi que precisava tentar. Fechei os olhos, e fui de encontro ao céu. Minha história é doentia, mas não sabe que, preciso morrer, do que desacreditar ?
 O Mundo agora está quebrado, o céu em tempestades, e não sei como conseguimos aguentar. Não há como disfarçar, que o amor não mudou, e que ele vive nas sombras, de qualquer sorriso escondido. Alguns dos meus sonhos, foram viver, e alguns desapareceram. Mas eu e você, sempre. Em meu peito, em minha perdição. Onde estávamos e onde estamos. Queria voltar ao tempos, em que tudo era bonito e inocente, onde minha mente inquieta, só era criatividade. Onde as pessoas sorriam, e apontavam para o inusitado antigo. Vamos voltar e procurar, de novo, de novo, e de novo ?

sexta-feira, 20 de maio de 2011

. Desfazer .

- Eu poderia até ter visto, com o passar do tempo, que havia algo em seus olhos, que não estava certo. Eu deveria ter andando para longe, quando tive a chance. As várias chances. Tudo que eu tinha em mãos, se escapavam diante meus dedos. Meu único desejo hoje, seria voltar a vida que eu tinha, antes de por meus olhos nas tuas coxas, e ainda se sentir culpado por isso. Retorno.
 Óculos quebrados, e cigarros queimados nas paredes. Foi mais uma barganha do verão, e eu achei que tinha tudo. Eu fui o que lhe dei tudo, e o que tomei a queda. Você, a que não fez nada, e hoje em dia não consegue se lembrar. Seu desejo era concebido com qualquer estranho que conhecia. E se tem algo que ganhei nisso tudo, foi o conhecido que você me deu. Porque, achei que tinha ouvido de tudo.
 Classes sociais registradas, e cocaína espalhada pelo mesmo corredor. Para o homem que se julgava ruim como eu, as leis são uma porcaria. Seu rostinho bonito, conseguia um pedestal. Agora dorme em algum cama, sem se importar. Se tem algo que posso tirar disso tudo, é que o Diabo detesta perdedores, e você realmente achou que tinha tudo. Poderia voltar ao pedaço da minha alma, em que chama por você. Mas não farei, porque conhecendo você .. Não mudou porra nenhuma.
 Suas fotos não estão mais guardadas em um porta retrato, na minha cabeçeira. E quando digo que nunca mais disse seu nome, é porque nunca digo. Todas as suas coisas, jogadas no lixo. Você só tem o trabalho de me culpar, com seus jogos pequenos, sempre o mesmo museu. E nem estou triste por isso, acredite.
 Meu passado, você já fez questão de mancher com teus lábios, suas mãos delicadas. Mas fiz as pazes com a solidão, e decidimos que vamos para o inferno juntas. Roubou minha felicidade, me fez chorar. Pegou meu sofrimento, e o levou para passear. Tem meu coração, e agora o quero de volta!.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

- Segunda chamada.

Meu exército carregado de armas. Encontrei o divertimento onde meu tempo não será disperdiçado. É mais um teatro á parte. Sempre acreditei que a verdade, se esconde toda vergonhosa e grotesca atrás de um véu dourado. Isso significa, que toda informação que você recebeu, talvez seja para você não acreditar. É meio traumatizante da primeira vez, saber que a vida pode ser cruel e insana. Mas já fizemos nossas cicatrizes, o que vier após, é lucro.
 Algo que me intriga muito, e a resposta é muito óbvia, é o porque do Sol nascer todo dia, apesar de tudo acontecendo. Por ser tão óbvio, que desconfio que seja uma das únicas coisas que ainda não doamos por dívida de nossas mentiras. Talvez ele seja nossa última desculpa, um dedo no gatilho, como a sanidade que nos deixa insanos.
 Quando estou quase caindo no sono, pode-se dizer, quase morto, eu tento abrir os olhos, e ver para onde estou indo. Os desejos me deixam tão alto, e tenho medo da fama e fortuna. Costumo ficar tão longe, que sinto meu coração parar. Mas ainda não acabou. Mesmo que os danos sejam bons, eu continuo amando, até o ponto que que posso destinguir o luxo do lixo. E minha vida dá uma parada, e posso descansar. Posso me dar ao luxo de respirar fundo, e me quebrar por dentro. É um alívio. O pior, é que não estou brincando. Talvez algum dia, irão ver que desejar algo permanente e injusto, não é assim engraçado.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

- Isto vai doer!.

Eu estive com guerra, contra mim mesmo. A boa notícia é que ganhei. A má é que perdi.
Acabei percebendo que nós, precisamos do mal, para conseguimos fazer o bem.
Meu País das Maravilhas foi pro Inferno sim, mas lá encontrei o que precisava, o caminho de volta para casa.
Afinal, temos que rir, quando somos a piada.
Música, amores, amigos, desejos, família, vida. Começo até a ver meus inimigos de um jeito bom ( e irônico, claro ),
porque sem eles, não conseguiria expôr a melhor parte de mim. Bom, não sei se melhor, mas a que me torna único.
Todos momentos pequenos, despercebidos. Parecem com uma fina chuva de fim de dia.
Aquela que você não importa se tomar todo santo dia. Mas talvez seja isso que me faça sentir vivo.
Volto sozinho para casa, mas com um sorriso escondido.
Ultimamente, tenho me sentido como se minha vida tivesse acabado.
Esperando uma ligação dizendo que meu tempo acabou. Mas eu ainda não pincelei meu caminho todo.
Segunda chamada. O inferno e céu sou eu quem faço. Levantar contra o destino.
E nada irá impedir, mesmo que esteja me matando, é melhor do que saber da verdade.
Meu coração é como uma Igreja. Minha mente, meus pensamentos, como um Demônio.
E o demônio entrou na igreja, atirando por todas as câmaras. Sim, isso doeu. Mas deixe.
Ele pode gritar e continuar.
Só não irei mais esconder meus segredos na sombra dele, e depois dizer que, sinto muito.

domingo, 24 de abril de 2011

- Wasteland's.

Eu e você, nunca nos importamos. Passamos tempo demais de nossas vidas no acaso, desperdício. Tenho quase certeza que tínhamos melhores planos, mas éramos jovens demais naquilo. Acordo, e o País das Maravilhas foi para o Inferno.  Nada importa, e nada é fadado. Tudo parece passar pelos teus olhos, mas eram coisas tão tolas. Levei um choque, tão justo quanto bom. Tão independente, cheia de vontade. Chegamos tão longe, e não temos cicatrizes. Fecho os olhos e tento ignorá-la, mas é extraordinariamente livre. E tenho medo de esquecê-la de qualquer jeito. Te perco, e te encontro, eu te desafio.
Agora, você é a única que valeria morrer por. Você me da razão, mas nenhuma escolha. É tudo que esperei, por todos meus anos e mais um milênio de quebra. Me faz querer viver intensamente, para sempre.

sábado, 9 de abril de 2011

. Boa noite .

- Uma e treze da manhã. Nove de abril de dois mil e onze, meu quarto. Boa noite? Bom, é o que eu diria a alguém essa hora, se tivesse a quem dizer. Eles tem amigos, família, e uma multidão curtindo essa sexta feira no meio da rua, a essa hora. Não estou pensando na vida, muito menos ficando paranóicos com uma guitarra no colo. Falei com poucas pessoas hoje. Pensei - ' Porque vou estragar o dia dos outros? '. Ultimamente, meu quarto é o único lugar no qual me sinto bem. Totalmente bem. E sim, quando estou sozinho. É o único lugar onde posso compor minha vida, assim por dizer. Minha família não me entende. Pode até parecer clichê de filme americano, mas, se eu mostrar meu lado cheio de razões, irão me julgar mais ainda. Não tem respeito algum por minhas vontades. Tacam suas frustações emcima das minhas costas. Meus amigos, tenho que admitir que são raros. A maioria me entende. Mas, nesses momentos, nesses dias, eu mesmo os afasto. Afinal, querendo ou não, todos tem a quem se dedicar, e ao que pelo menos, se dedicar. Não sei se fingem, mas pouco me importa, eles fazem bem. Me fazem falta essa hora. Sempre tenho na ponta da língua todos conselhos, quem sempre estão certos. Mas na minha hora, não sigo os próprios. Meu amor. Se é que posso chamar assim. Está mais distante do que nunca. Só Deus sabe a falta que me faz, falar com ela todo dia, um monte de bobeira, preenchendo o tempo livre e fazendo sonhos. Falta da atenção que eu tinha, de toda manhã ela me acordar. Agora, são quase duas da manhã, e nem tenho sinal de vida dela. Acho que é o começo de mais um desfecho que irei contar, para os próximos. Uma idéia me ocorreu agora. Que todos meus heróis, estão mortos. Me deixaram aqui. Acho que viveram suas vidas, como uma arma carregada, pronta para explodir. Fizeram escolhas que não existiam. Eu quero ser igual a eles, mas todos estão mortos.
- Estranho ter uma depedência de sentimentos. Um vício amoroso. Mal a conheço, mas a quero em minha mente, confio no pensamento. Quem dera não fantasiar com ela, mas não resisto. Sem notícias, eu acordo me sentido amado. Parece que tenho a ilusão de que não tenho que esperar muito, até ela me enterrar nas rosas do jardim dela. Saio de casa. Andar sem rumo. Me sinto mal, diria que fiquei irreconhecível. Não consigo raciocinar os passos rápidos da vida em longa escala, é como tratamento de choque. Minha cabeça dói. É irônico de como o meu doce pode virar um monstro. Se passam somente vinte minutos, e já olhei para o celular a cada minuto. Meia hora. Última olhada no celular. Me sinto como um cachorro de rua. Sento em qualquer sarjeta, com a vista cansada e sentindo como se meu corpo inteiro fosse se desfazer em pedaços. Frágil não chega nem perto do que estou. Me levanto e volto para o caminho, pensando que tudo será esquecido com alguns analgésicos, e uma boa ressaca no dia seguinte. Uma hora. Me sinto louco. Não quero mais porra nenhuma amor. Volto para meu canto, e quem não sabe de nada, vem saber se estou bem. Final da tarde, e todos dizem que pareço melhor. Incrível é como eu sobrevivi.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Vício Persa.


Persa. É como eu gosto de dizer que ela fala comigo. Me sôua tão familiar, e mal a conheço. Mal ouço os casos que ela conta, mas confio até minhas veias nos lábios daquela mulher. Eu mal consigo resistir a gastar o pouco tempo dela, dizendo qualquer besteira, qualquer coisa de uma vida alheia, só para ela dizer que tudo irá ficar bem, como ontem. Acho que isso me da razão, para essa vida fútil. Eu acordo toda manhã, me sentindo amado, como se tivesse sido enterrado em um banho de rosas, pretas e vermelhas. Irônico não? Mas sei que tenho que esperar o que julgo ser o meu maior vício, o sussuro dela. Meu primeiro dia sem ela. Eu sou orgulhoso dessa vez, guardando a angústia em uma espécie de cotidiano. Dia dois. Já não consigo acrediar que fazem dois dias que estou sem meu vício. No começo o afastamento parece ser doce, mas logo se transforma em um monstro. Dia três. Efeito dominó. Começo a pensar que o amor só arruína a vida das pessoas. Dia quatro. última tentativa disfarçada de chamar a atenção dela. Dia cinco. Tenho tantas coisas em minha mente, e meu corpo parece se fragmentar com qualquer imagem, se tornando cada vez mais frágil com todos perguntando ao redor o que sinto. Dia seis. Esse sofrimento ainda se encobre com bastante música e boas bebidas. Dias sete. Eu tenho ficado literalmente louco, não querendo mais amar, de jeito algum. Dia oito. Eu pareço limpo de vestígios dela. Dia nova. Todos dizem que eu pareço estar melhor. Dia 10. Sinceramente, é impressionante como meu sentimento ainda está vivo.

terça-feira, 8 de março de 2011



- Pode parecer clichê de filme americano, mas o que ela fez quando estava sozinha, com ninguém ao seu lado? Esteve correndo de mim tempo demais, disfarçando seu fútil orgulho. Você me dá nos nervos. Estou te pedindo, por favor. Porque não me distraí minha imaginação?
Tentei te dar consolo, quando teu homem te deixou para baixo. E como um tolo, me apaixonei por você. Virou meu mundo de cabeça para baixo.
Tento fazer das melhores situações, antes que eu finalmente enlouqueça . Por favor não diga, que não vamos achar um caminho. Não fale que todo meu amor é em vão. Você me deixa de joelhos. Agora te imploro, porque não acalma minha minha inquieta
?

segunda-feira, 7 de março de 2011

- Desejo espontâneo.



Uma sexta-feira qualquer. Saída de escola. Aquele tumulto. Ela encostada no carro, de braços cruzados, procurando o rosto familiar, aquele expressão séria. Tapar teus olhos por trás com as mãos, esboçando rapidamento um sorriso bem de leve. A beijar e abraçar, sem ligar para o resto. Subir meu ego, mostrando a todos o que eu tenho em mãos.
Sair daquele lugar, ouvindo nossa trilha sonora. Fazendo promessas e mais promessas. Fingindo prestar atenção no caso que ela conta, mas só observando teu jeito. Tentando reecontrar cada brecha, em cada riso teu.
Chegar em casa, e me trancar no teu quarto. Testar teu sexo, o suficiente para cair em um sonho curto, de tão bom. Sentir aquela sensação de ter que deixar ela tomar um banho rápido, naquele silêncio gostoso.
Os cabelos em desalinho, enrolada na toalha, mostrando as tantas e tantas roupas que queria usar. Sair para a festa, imaginando as N formas de mostrar a ela um gostinho da dor do ciumes. Depois inventar desculpas, só para conseguir que ela diga brava o quanto me quer. E no final de tudo, deixar uma marca nela, pense como quiser. Só para mostrar a ela, quem realmente sou.
Parece até um clip sem nexo, mas ainda sim ...
P.

quinta-feira, 3 de março de 2011

- Verdades ruins, mentiras belas.


Poeta aos poucos. Louco por acaso.
Revoltado sem causa, mais um ao relento.
Minhas mágoas se resumem ao amor que invento,
Junto as ilusões que se vão, sem atraso.

Fico quieto diante de opiniões estabelecidas,
Desde as mais ridículas e banais,
O garoto com suas frases sem nexo e metidas,
Agora tenta derrubar seus medos com seus tantos ideais.

Minhas promessas, vagando de mãos dadas,
Deixando a solidão de lado, já causei muita dor.
Ao longo do caminho de cada temporada,
Encontrando um abrigo no teu peito, dizendo que é meu amor.

Já levei meus personagens para a cama,
E acabei descobrindo a minha versão do paraíso.
Simples, completa. Fatal e cheio de drama.
Desde os teus quadris, até a ponta do teu sorriso.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

- Concepção fútil.


Como deve ser a sensação de quando soubermos que o fim é o que vem além da última cortina? Eu diria claramente, ditaria meu caso, do qual sempre estive certo.
Vivi uma vida cheia, e pincelei cada longo caminho do meu jeito.
Arrependimentos? Tenho uma metralhadora cheia deles. Mas mais uma vez, muitos a citar. Só fiz o que deveria, e desfilei sem exceção, com cada curso que pisei. Em cada rosa que apanhei durante o caminho, algumas largadas no meio do mesmo, por espinhos, que estão por toda parte, de qualquer jardim. Ainda mais no meu.
Sim, houve vezes em que, pousei em meus lábios, mais do que deveria. O que fiz? Levantei e cuspi por todos os lados, como meu modo de esquecer, como modo de dúvida. Bati de frente, pelo fútil e pelo majestoso.
Eu amei, ri e chorei. Tenho minha bagagem de ilusões mal resolvidas. E agora, as lágrimas passadas me parecem me divertir. De pensar que fiz tudo aquilo, e não disse em um tom charmoso, disse do meu jeito.
Afinal, o que é um homem? O que ele tem a não ser a si mesmo? Se não há essencia, ele não pode ser nada. Talvez por isso eu digo as palavras que sinto, e não as que o Mundo me pede. O tempo mostra, que levei apunhaladas, mas antes, fiz tudo do meu jeito.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

- Acontece.



Não desista. Leva um bocado. E está tudo bem, você não está sozinha, se você não ama mais isso. Eu ouvi que você deslizou de novo, e estou aqui porque sei que precisa de um amigo.
Leva algum tempo, para aprender a respirar, e relembrar o significado das coisas. Se sentir vivo, e acreditar no que vai além dos teus olhos. Eu sei que há um preço por isso, mas algumas coisas na vida, é preciso resistir.
Não sabe? Acidentes acontecem, e está tudo bem. Nós caímos de nossos pedestais algumas vezes, mas é só segurar, por algum tempo, e não explodir de uma vez para longe. Ainda sim, leva um tempo ...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

- Olhos do meu pai.


Onde encontrar palavras para dizer? O que me ensinou? O que brincou comigo? Batida por batida, eu realizo que era o que ás vezes precisava.
Cada pedaço, de distância. Como uma ponte que vou devastada. Minha fundação é que pagou. Como pude perde-lo? O que eu tentei? Batida por batida, eu realizo que é inútil ..
Rezando para ouvir a campainha tocar, para tentar restaurar o tempo perdido. Não fiz nada para ti. Só espero que esteja tudo bem. Afinal, nunca vou saber, se nunca olhei em teus olhos.

- Você é tão má.


Você acha que está amando, e as cortinas do show sobem. Você escorrega, se machuca toda. E pede por favor para mim. Afinal, experimentou que cair de joelhos por alguém, dói.
Estávamos fazendo amor quando disse que me amava. Achei realmente que o cupido tinha acertado. Até acreditei que me amava, mesmo depois me chamando de outro nome.
Disse para mim uma vez : Tal pai, tal filho. Mas você também é igual sua irmã. Talvez minha fantasia esteja sem sorte, e meu líbido queimado, atingido pelo sexo.
Eu sou bom no amor, mas nunca temos garantias. Posso não passar de um aprendiz, mas já reparei que está na hora de colocar uma coleira mais apertada nela.
Nunca foi tão boa quando dizia nas indiretas, mas adora o jeito que seguro teu corpo. Ás vezes sou bonzinho. Quando mau, sou melhor ainda.
Mas você quem é má até o final. Até sua amiga concordou que, cair aos teus pés, acaba com meus joelhos.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

- Promessa.


A primeira vez em que lhe vi, teus olhos olhavam a distância. Tive que reparar, que quando sorriu, foi como se o Paraíso abrisse as portas, e a sala toda se encheu de luz.
Mas algumas vezes, o mundo cruel vai tentar te mudar. Tentar te por de cabeça para baixo, e mecher com teu orgulho. Precisa deixar teu fogo queimar dentro de ti. Promete?
Ás vezes, o mundo tenta lhe abater. E parece adorar ver você cair de joelhos. Não vou mentir, irá acontecer. Precisa juntos teus cacos e continuar andando de cabeça firme.
Prometa, que nunca irá deixar que apaguem teu fogo. E então, irá saber em que estrela estarei pensando esta noite.

Estarei.


Acho que dessa vez, está mesmo indo embora. Vejo tua mala dizendo adeus. Com meu coração quebrado, sangrando, ele diz que amor verdadeiro, é suicídio.
Você diz que chora um rio inteiro, e agora nada para longe de nosso show. Deixando eu me afogar em minhas lágrimas, e desta vez não parece que vem me salvar.
Eu estarei cá para você. São as palavras que tenho guardado. Quando respirar, serei teu ar. Eu juro que, ainda roubo a essencia das estrelas do céu para você, antes de morrer.
Eu sei que sabe, que tivemos bons tempos. Eu posso te prometer um amanhã, mas não posso comprar de voltar o ontem. Serei tua água, quando estiver com sede. E quando quiser esquecer os problemas, serei teu vinho.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

- Blues.


Dias velhos. O homem andava cambaleando, tentando lembrar o que houve ontem. Apareceu uma mulher se portado muito bem, que pensou, o fitando de cima a baixo - ' esse é meu tolo. '
Conheci uma garota na avenida principal. Ela fazia charme, e eu estou triste. Olhei para sua saia curta de colégio, e ela para minha carteira, e disse baixinho - ' você vai ser meu tolo '.
Bom, pelo menos vamos ver estrelas esta noite. Afinal, todo homem é um pouco tolo ...

As estações se deixam.


As folhas caem. Deixando rastros em minha janela. São todas vermelhas e douradas. Vejo teus lábios, teus beijos, aqueles do verão passado. Mãos calejadas, das quais seguravam as tuas. Mas eu sinto tua falta, mais do que tudo. E minha única certeza, e que ela não irá passar como mais uma estação. Os dias parecem ser mais longos ..
Você modelou seu rosto com leves traços aquele dia. Penteava seus longos cabelos loiros, se virou para mim e perguntou 'eu estou bem?'. Me lembro como se fosse hoje, dos teus sorrisos ..
Mas creio que nós praticamos o mesmo erro várias vezes. Sempre me deu uma razão única, mas nunca nenhuma escolha. Talvez, algum dia, vamos nos olhar e nos reconhecer, reecontrar. Não fazer só discursos prontos, mas sim, conversar.
Até então, deixo que a última folha, mesclada de vermelho das feridas, e dourado do amor, voar pela minha janela ..

Venha sol, ou venha chuva.


- Eu vou lhe amar, como ninguém nunca lhe amou. Que venha chuva, ou venha sol. Tão alto como o topo das montanhas, e profundo quanto o mar que lhe banha.
Bem, eu chutaria que, quando me conheceu, foi ao acaso, uma daquelas coisas, sabe? Nunca me abata, pois serei verdadeiro, se me deixar.
E você ire me amar, como ninguém nunca me amou. Venha sol, ou venha chuva. Feliz juntos. Infelizes juntos, difícil de se definir. O dia mais nublado, sempre esconde o sol. Estou contigo, venha chuva ou venha sol.

domingo, 16 de janeiro de 2011

- Maravilhosa.


A noite já da seu sinal. E ela está escolhendo que roupa vai usar. Coloca um pouco de maquiagem, e redesenha com o pente, seus longos cabelos loiros. Se vira e me pergunta, '' eu estou bem assim? ''.
E eu respondo:- Sim, você está maravilhosa hoje.
Vamos á uma festa, e todos parecem olhar, ou talvez seja impressão minha. Que todos estão olhando que aquela linda mulher, está andando por aí comigo. E ela me pergunta, '' você está se sentindo bem? ''. E eu digo:
- É, eu me sinto maravilhoso hoje ..
E é hora de ir para casa. Estou com dor de cabeça, e então lhe dou as chaves do carro. Ela me conduz e antes que eu veja, estamos deitando, e ela está apagando a luz. E eu a digo, com meus lábios cerrados, mas meus olhos sinceros para ela - '' Sim, você é maravilhosa. ''

Talvez por eu sentir o amor em sua voz. Mas o mais maravilhoso de tudo, é você ir descobrindo aos poucos o quanto eu te amo. P

sábado, 15 de janeiro de 2011

Tempo.


- A noite despenca sobre nossas cabeças, o tempo gira o ponteiro até a hora chegada, de um novo dia, com promessas que permanecem no passado. A escuridão esboça um sorriso, que toca a todos em todas as milhas. Sem sombras do passado, seu espiríto está livre para voar até os raios do Sol. Os desejos andavam, com o Paraíso e o Inferno em conflito. Nas tuas palavras, o dia do julgamento.
Pegue leve, devagar. Lhe levarei para qualquer lugar nunca visto. Eu lhe amor, preciso de ti, e faria o impossível para lhe satisfazer. Assim que ouvir o trovão, na noite mais escura, eu estarei te segurando, assim que o relâmpago chicotear. Então não se preocupe, estará em minhas mãos, até o final dos tempos.
Quem lhe ama? Quem precisa de você e faz o melho para lhe satisfazer? Eu lhe amo. Eu preciso de ti. Me deixa de joelhos ..
Nós continuamo a andar de mãos dadas com nossos desejos, saindo de uma casa em chamas, entre o Inferno e o Paraíso. Nas tuas palavras, o dia do julgamento. Nas minhas, o dia das nossas novas regras.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

- Tão longe.

Andar em uma estrada solitária, ainda sim a milhas de distância de que amamos. Guardando em meu bolso, todas palavras que me disse, com medo do vento passageiro as levarem embora, sem poder ajudar com um '' estou aqui ''.
Meu único pedido a Deus, é que a abraçe quando eu não estiver por perto. Que ela esteja do jeito que a deixei quando a encontrei, e agora eu desejo ter ficado. Sim, estou sozinho, cansado, e sentindo sua falta de novo. Quando a cidade dorme, imagino e relembro nossos momentos, dos quais preciso de sua ajuda para passar, afinal são só memórias.
Mais uma vez, com tanta procura, com tanta gente no caminho, eu sei que este é o caminho. Eu te achei, e algo me disse para ficar. Um jogo de bom gosto, do qual selamos nossas promessas.
Se lhe encontrei aqui, poderia ficar mais um pouco? Podemos andar por aí. Eu abraçei em você, a idéia que para sempre não é um tempo longo. Faço qualquer coisa, para um sorriso seu, antes de se despedir. Ambos sabemos que essa hora chega, mas eu nunca quero lhe deixar. Você, faria uma jornada do passado até a noite que estamos? Afinal, não somos imortais.
Uma melodia, uma memória, ou somente uma foto sua. Eu aproveito meu dia, me arrependendo o tempo que estou perdendo sem você. Dizem que sou muito novo para me preocupar com isso, mas se eu nunca te abraçar? Ou beijar seus lábios? Não vou deixar você nem as memórias que nós temos.

- Nada clichê.


Sempre têm na ponta da língua o porquê querem dizer como tenho que viver minha vida. Mas quem é capaz de dizer qual a diferença entre um garoto, e um homem, em plena inocência? Eu tentei entender, o que é sacrificar a vida por um romance ruim, e olhar em volta, enxergar o que realmente são as coisas, e não o que queremos que seja. Viver uma mentira, e logo após pagar o preço de ver alguém realmente corajoso tomar sua posição.
Bati em todas as portas, de todas ruas sem saídas, todos quartos quebrados que eu mesmo fiz, procurando por perdão e pregando minhas verdades a acreditar. Parar de rezar por uma mudança, em um futuro pré estabelecido por nós mesmo. Não vou ser só mais um rosto na mesma multidão, vão ter que ouvir minha voz mais alta, afinal, ''para sempre'' é um longo tempo, que nunca tivemos.
Vou fazer do meu jeito, como diria Frank. Brilhar como um diamante, deixando meus dados rolarem, não mudando suas regras, mas sim seu jogo. Mostrar ao vento, o jeito certo de levar o tempo, com o mundo inteiro me encarando. Levantar as mãos e ter o gosto de dizer - Ei, tenham um bom dia!.

- Era uma vez, a não tão pouco tempo ..


Copos quebrados e marcas de cigarros pelas paredes, foi uma barganha do verão. E eu achei que tinha tudo. Eu fui quem lhe deu tudo, e fui quem caiu. Você não fez absolutamente nada, e hoje não consegue se recordar. Seus desejos, eram concretizados em durmir na cama de outra mulher, de qualquer estranho que conhecia. A única coisa que posso tirar proveito dessa época, como prêmio de consolação, é o conhecimento que me deu, pois achei que já tinha ouvido de tudo.
Classes sociais, registros, negociações simulando um novo jeito, é, estou falando de amor. Sempre me disseram que tinha um rostinho bonito, e a pus em um pedestal em minha cama. E agora você dorme como um anjo, em outra cama. Se eu posso tirar proveito de qualquer coisa que aprendi a força, é que no Inferno, perdedores não tem vez. Afinal, você achou que tinha tudo.
Sinceramente, eu poderia voltar no tempo da minha alma, e achar o pedaço que a corrompeu. Chamam por você, mas não quero saber agora. Porque, conhecendo você como conheço, você não mudou uma maldita coisa se quer. Houve um tempo, e tinha que ser assim.

Uma das inspirações.

Só para não deixar em branco. Daqui alguns meses, lançará o novo livro de Nikki Sixx, junto com o novo e segundo CD de estúdio de sua banda paralela Sixx: A.M.
Seu trabalho tem sido uma grande inspiração, me identifico muito. Posso prometer que daqui alguns meses, coisas melhores virão, podem ter certeza.


- '' Listen up, listen up!. With the Deil in th church.
Gotta a bullet in the chamber, this is gonna hurt!.
''

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

- Momento.


'' Eu e você, como consegue resumir?
Matando o tempo com garrafas de vinho,
Descobrindo os mistérios da vida em brincadeira de adivinho,
Eu via você pegar as chaves, procurando uma razão para não ir ..

Achei uma de nossas fotos em qualquer armário,
Você se pergunta porque estava vestida daquele jeito,
E eu o porque estava rindo para mim, o que tinha feito.
Não soube o que dizer, só respirou fundo, era o necessário.

Se for você agora, eu irei entender,
Você pode cantarolar para mim uma melodia,
Prometo escrever só algumas linhas, nada de amor em demasia.
Mas se você ficar , podemos de novo assim nos conhecer. ''