'' Inconveniente, por acaso, Dia sim, dia não, rolando o dado, Disparo pelo sol e seu atraso, A empatia, vivo minha vida pelo agrado.
Disparo e cubro a Lua. Distilando idéias e fatos, O passado repetido na sua rua, Junto a incoerência do exato.
Derrotado e sem paixão, Passo o tempo por caridade, Com minha comemoração no balção, Matando e morrendo pela raridade.
Meu refúgio é o peito do inimigo, Minha arma apontada para sua namorada, Suas balas cheias de mágoas, pois é meu amigo. Por acaso, impresso em um papel, minha retirada. ''