sábado, 15 de janeiro de 2011
Tempo.
- A noite despenca sobre nossas cabeças, o tempo gira o ponteiro até a hora chegada, de um novo dia, com promessas que permanecem no passado. A escuridão esboça um sorriso, que toca a todos em todas as milhas. Sem sombras do passado, seu espiríto está livre para voar até os raios do Sol. Os desejos andavam, com o Paraíso e o Inferno em conflito. Nas tuas palavras, o dia do julgamento.
Pegue leve, devagar. Lhe levarei para qualquer lugar nunca visto. Eu lhe amor, preciso de ti, e faria o impossível para lhe satisfazer. Assim que ouvir o trovão, na noite mais escura, eu estarei te segurando, assim que o relâmpago chicotear. Então não se preocupe, estará em minhas mãos, até o final dos tempos.
Quem lhe ama? Quem precisa de você e faz o melho para lhe satisfazer? Eu lhe amo. Eu preciso de ti. Me deixa de joelhos ..
Nós continuamo a andar de mãos dadas com nossos desejos, saindo de uma casa em chamas, entre o Inferno e o Paraíso. Nas tuas palavras, o dia do julgamento. Nas minhas, o dia das nossas novas regras.
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