sexta-feira, 1 de julho de 2011

Fé.

Meu epitáfio popular, e meu inferno particular. Diria a minha mãe, que sofri demais com meu rancor, e agora percebi que há guerras que não podem ser vencidas. A meu pai, que pode soltar as crianças, que seu tempo já se passou. Acreditem, que baixei minhas armas. Quebrado como uma flecha, pela primeira e última, peço que perdoem esse filho teimoso.
 Meu amor. Me diga, que quando eu te seguro, você se sente segura e quente. Você me disse que está tudo perdoado, mas ainda se esconde no seu orgulho. É difícil ficar forte, quando ninguém mais quer sonhar. É difícil aguentar o tranco, com tantos rostos.
 Todo mundo precisa de alguém para amar. Acreditem. Eu tenho andado nas sombras dos passos dessa sociedade. Não gosto do que vejo, queria ser cego ás vezes. Eu espero a chuva cair, para todos lavaram as mãos, e eu poder chorar. É preciso manter a fé, com toda sua graça. O tipo de coisa que não se tem como controlar, mas ainda assim, é difícil aguentar, com o mundo inteiro diante de seus olhos.

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