sábado, 9 de abril de 2011
- Estranho ter uma depedência de sentimentos. Um vício amoroso. Mal a conheço, mas a quero em minha mente, confio no pensamento. Quem dera não fantasiar com ela, mas não resisto. Sem notícias, eu acordo me sentido amado. Parece que tenho a ilusão de que não tenho que esperar muito, até ela me enterrar nas rosas do jardim dela. Saio de casa. Andar sem rumo. Me sinto mal, diria que fiquei irreconhecível. Não consigo raciocinar os passos rápidos da vida em longa escala, é como tratamento de choque. Minha cabeça dói. É irônico de como o meu doce pode virar um monstro. Se passam somente vinte minutos, e já olhei para o celular a cada minuto. Meia hora. Última olhada no celular. Me sinto como um cachorro de rua. Sento em qualquer sarjeta, com a vista cansada e sentindo como se meu corpo inteiro fosse se desfazer em pedaços. Frágil não chega nem perto do que estou. Me levanto e volto para o caminho, pensando que tudo será esquecido com alguns analgésicos, e uma boa ressaca no dia seguinte. Uma hora. Me sinto louco. Não quero mais porra nenhuma amor. Volto para meu canto, e quem não sabe de nada, vem saber se estou bem. Final da tarde, e todos dizem que pareço melhor. Incrível é como eu sobrevivi.
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