sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

- Você é tão má.


Você acha que está amando, e as cortinas do show sobem. Você escorrega, se machuca toda. E pede por favor para mim. Afinal, experimentou que cair de joelhos por alguém, dói.
Estávamos fazendo amor quando disse que me amava. Achei realmente que o cupido tinha acertado. Até acreditei que me amava, mesmo depois me chamando de outro nome.
Disse para mim uma vez : Tal pai, tal filho. Mas você também é igual sua irmã. Talvez minha fantasia esteja sem sorte, e meu líbido queimado, atingido pelo sexo.
Eu sou bom no amor, mas nunca temos garantias. Posso não passar de um aprendiz, mas já reparei que está na hora de colocar uma coleira mais apertada nela.
Nunca foi tão boa quando dizia nas indiretas, mas adora o jeito que seguro teu corpo. Ás vezes sou bonzinho. Quando mau, sou melhor ainda.
Mas você quem é má até o final. Até sua amiga concordou que, cair aos teus pés, acaba com meus joelhos.

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