'' O espetáculo acaba sempre, e se desce a cortina final,
Estou certo do meu caso, mas não direi o que foi banal …
Um vida cheia, viajando por cada estação,
Começando pelo amor, e terminando pela ambição.
Arrependimentos, tenho minha cota …
Fiz o que deveria, e sai sem exibição,
Saberia dizer agora o erro de cada nota,
Mas, não diminuiria minha retenção.
Eu amei e fui amado, chorei e fiz chorar,
Tive meu album de ilusões,
E as lágrimas passadas, agora dão a honrar,
Talvez uma de muitas paixões.
Tentei esquecer tudo que trazia dúvida,
Encarei do fútil ao crucial …
Quis muito mais que minha vida,
E assim se foi, até ao desleal.
Cada passo dado ao longo do caminho,
Houve vezes, que engoli mais que podia ..
Mas me levantei, sempre sozinho …
E penso, que fiz tudo aquilo,e nunca disse que temia.
Para o que é o homem, e o que ele tem?
Sem em si, não há nada.
Só dizer palavras escolhidas, e não pedidas pelo bem.
Os registros mostram, recebi as punições, mas terminei em risada. ''
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