Sinos Infernais.
'' A ruína de um furacão,
E mais uma vez, tudo virou solidão …
Rezamos por gerações a não morrer,
Mas viraram costas a isso por um simples prazer …
Todos prisoneiros ouvem um sino infernal,
Me diga, quando que o mundo não será desigual?
Cabeças rolam por um coringa …
E outros alcançam o céu com uma seringa,
Acham caminhos fáceis na escuridão,
Só não são oa certos, o que faz a submissão …
Antes que perceba, estão tocando os sinos infernais,
Dizem que é só mais um dia, para que se preocupar com coisas banais?
Há lágrimas até no paraíso, assim como há sangue puro,
Dizem pela nação, assim que destroem mais um muro …
Anos depois dão risadas, pela próxima guerra …
Porque sempre dizem, que a liberdade está em outra terra?
A divesão está nos pactos, nos conhecemos os risco,
Tudo acaba e se repete, a cada vez que pisco ...
Um frio na espinha, mas ele era seu amigo …
Nunca irá saber, em qual dos lados eu sigo. ''
Somos loucos.
'' Estou procurando pela armadilha,
Talvez uma vazia ilha …
Estou procurando pela minha amante,
Nesse mundo escuro sigo adiante …
Sei que não precisa de meu amor,
Só satisfação, é o que posso supor …
Sei que não precisa da minha paixão,
Quer um pedaço da minha alucinação …
Talvez eu quem seja o louco,
Não me contento com pouco …
Talvez você quem seja a obsessão,
Para quem me jogo na multidão …
Procuro nos lugares,
Vejo as estações se casarem …
Procuro na pequena ação,
A tal da lei da reação …
Me diz, o que vai fazer?
Estou por si a esperar …
Me diz, aonde está indo?
Final feliz, mas seu caminho não foi lindo …
Talvez eu quem seja o louco,
Não me contento com pouco …
Talvez você quem seja a obsessão,
Para quem me jogo na multidão … ''
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