Agora, acho que no final, nos sentamos no platéia, e se abrem a cortina do nosso próprio espetáculo. A cortina final.
Eu disse claramente, o meu caso, do qual tenho certeza absoluta. Vivi uma vida intensa, e cheio de altos e baixos, do meu próprio jeito.
Arrependimentos, tenho vários, não iria os mencioar. São muitos. Alguns, por não ter feito o que devia, e outros, por passar sem dever, sem exitar. Eu plantei cada caminho charmoso, cada passo irônico ao longo dos vários acordos falsos, ainda mais, andei elegante. Do meu jeito.
Todos sabem quando sentem na pele, e sempre queremos em demasia o que não merecemos. Engolimos mais caráter que nos deviam, e então os cuspimos fora, e nos levantamos, prontos e sabendo que iremos cair.
Eu amo, eu choro, e dou risada. Por olhar para trás, e as lágrimas passadas, tão doídas na época, e agora, são somente desencontros da vida. Irônico? Frio? Sempre deixei minha cota de ilusões estourar, mas agora, tudo é mera diversão. Para e pensar que fiz tudo isso, e não disse nada de um jeito qualquer, do meu.
Queria uma única resposta. O que é o homem? O que ele ganha em viver? Se não em si, que há nada. Será que, em dizer as palavras que sentia, e não as que o Mundo precisou. Os registros mostram, que aqui pagamos pelo que sorrimos .. Mas eu sorriu, do meu jeito.
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